Duas parcelas iguais
Par ou ímpar? Escreva o número como duas parcelas iguais
Oito cartões, um número em cada um: nesta tiragem 17, 3, 18, 12, 8, 13, 14 e 19. Logo abaixo do número vem uma sentença incompleta — o número, o sinal de igual, duas caixas pontilhadas somadas e uma terceira caixa menor com a palavra sobra escrita embaixo. Ocupando o resto do cartão, um monte de pontinhos verdes arrumados em fileiras de dez, na quantidade exata do número. A criança circula os pontinhos de dois em dois, conta quantos pares fez e escreve o mesmo número nas duas caixas grandes; na caixinha da sobra vai zero ou um.
Esta é a página em que a paridade vira uma sentença aritmética. Dizer que 18 é par é uma coisa; escrever 18 = 9 + 9 + 0 e 17 = 8 + 8 + 1 é outra, bem mais forte, e é ela que sustenta tudo o que vem depois — a metade, o dobro, a divisão exata. O trabalho manual de circular os pontinhos garante que as duas parcelas não sejam chutadas: elas saem da contagem dos pares que a própria criança desenhou. A caixinha da sobra é pequena de propósito, porque só cabem duas respostas possíveis, e é justamente a alternância entre zero e um que define as duas famílias de números. É o modo como a BNCC encaminha a paridade no 2º ano, ligada à ideia de metades iguais.
Uma folha, oito cartões, lápis comum basta. Um aviso de leitura para quem corrige: como as fileiras têm dez pontinhos, a última fileira sempre termina com a mesma paridade do monte inteiro, e uma criança atenta pode responder a sobra olhando só a última fileira. Se isso acontecer, aproveite — é uma descoberta boa — e peça as duas parcelas mesmo assim, que é o que a página realmente cobra. A folha das casinhas é o começo desta família.
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Atualizado em 22 de setembro de 2026
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