Arredondamento à centena
Arredondamento à centena: o algarismo que decide é o das dezenas
Catorze números de três algarismos em duas colunas, cada um seguido do sinal de aproximadamente e de uma caixa pontilhada: 462, 350, 572, 467, 236, 397, 489, 328, 317, 874, 540, 851, 848 e 532. Na faixa de regra, o exemplo é 472 com o 7 em laranja — e o 7 aqui é o algarismo do meio, não o último. A fila de 0 a 9 continua partida entre para baixo e para cima, como na folha da dezena, mas o dedo que a percorre passou uma casa para a esquerda.
Essa mudança de casa é o conteúdo inteiro da página. Até aqui, arredondar era olhar o último algarismo; agora o último algarismo não interessa em nada e quem decide é o do meio. É um obstáculo previsível e vale antecipá-lo: em 462, o 2 não entra na conta, e quem olhar para ele responderá 400 em vez de 500. Dois números desta tiragem têm cinco nas dezenas, o caso de fronteira que sobe, e 350 é o mais instrutivo deles, porque fica exatamente no meio do caminho entre 300 e 400 e mesmo assim a regra o manda para cima. O resultado final sempre termina em dois zeros, o que dá à criança uma conferência rápida da própria resposta.
Uma folha, catorze caixas, impressão em cores para o destaque laranja da faixa. Um gesto ajuda muito: pedir que a criança tape o último algarismo com o dedo antes de decidir. Se ela arredondar 874 para 870, o erro é de casa e não de regra, e a faixa de cima resolve. A folha à dezena vem antes desta; a de arredondar duas vezes o mesmo número põe as duas casas lado a lado na mesma linha.
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Atualizado em 22 de setembro de 2026
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