No alto do campo, uma pastilha laranja com o sinal de aproximadamente e o número 50. Embaixo dela, dezesseis números em pastilhas brancas, espalhados em quatro fileiras desencontradas: 31, 46, 36, 55, 49, 44, 63, 51, 47, 45, 35, 58, 52, 64, 57 e 32. A criança circula todos os que arredondam para 50 — e são seis nesta tiragem: 46, 49, 51, 47, 45 e 52. Os outros dez chegam a 30, 40, 60 ou 70 e ficam sem círculo.
Esta folha faz a pergunta ao contrário. Em vez de partir de um número e chegar a um resultado, ela dá o resultado e pede o conjunto inteiro que o produz — e é exatamente isso que revela se a criança entendeu a regra ou apenas a executa. Dois números foram colocados de propósito nas bordas: o 45, que sobe e entra, e o 55, que sobe também e por isso não entra, porque vai parar em 60. Quem circular o 55 aplicou a ideia de estar perto de 50 em vez da regra do algarismo, e essa é a conversa que a página quer provocar. Quem terminar pode escrever no verso o menor e o maior número que chegam a 50, descobrindo a faixa de 45 a 54.
Uma folha, dezesseis pastilhas, um lápis de cor. O campo é espalhado em vez de alinhado justamente para impedir a leitura em sequência: a criança tem de percorrer a página inteira. Depois de corrigir, monte no quadro a lista dos dez números que chegam a 50 e veja quantos apareceram na folha. As páginas de arredondar à dezena e de separar para cima e para baixo preparam esta.
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Atualizado em 22 de setembro de 2026
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