Oito linhas, uma soma em cada uma — 12 + 51, 29 + 14, 59 + 19, 31 + 32, 35 + 28, 15 + 36, 38 + 52, 63 + 27 — e três caixas pontilhadas à direita: duas ligadas por um sinal de mais e uma terceira depois do sinal de igual. A faixa de regra traz o exemplo completo, 23 + 48 virando 20 + 50 e resultando 70, com o 8 em laranja. A criança arredonda cada parcela à dezena, escreve as duas nas primeiras caixas e soma os números arredondados na terceira.
Esta é a folha em que o arredondamento passa a ter uma finalidade. Nas outras páginas ele é um fim em si; aqui ele serve para responder rápido quanto dá mais ou menos, que é o uso adulto da estimativa — no mercado, na conta do lanche, na hora de saber se o dinheiro chega. Somar duas dezenas exatas é fácil de propósito: o esforço deve ficar todo no arredondamento, e a soma final funciona como recompensa. Vale comparar uma ou duas linhas com o resultado exato para a criança ver o tamanho do erro: 35 + 28 dá 63 e a estimativa dá 70, enquanto 63 + 27 dá 90 e a estimativa acerta em cheio. Discutir quando a estimativa basta é tão importante quanto calculá-la.
Uma folha, oito linhas, vinte e quatro caixas. Todos os resultados estimados ficam em cem ou abaixo, de modo que a soma final é sempre mental. Se a turma quiser, deixe uma coluna livre no caderno para o resultado exato e compare os dois ao fim — a folha aguenta essa extensão e ganha com ela. A página de arredondar à dezena é o pré-requisito; a de somas par ou ímpar, em outra família, usa o mesmo espírito de decidir sem calcular.
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Atualizado em 22 de setembro de 2026
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